

Estilista que começou sua vida profissional aos 18 anos de idade. Estudou na Central Saint Martins School of Arts, em Londres, onde se formou em 1992. Atuou no setor de criação de diversas empresas reconhecidas, como Vila Romana, Calvin Klein e Zoomp. Marcelo fundou a marca “Sommer” em 1995, e lançou seu estilo inconfundível através do Mercado Mundo Mix.
Sommer sempre abusou do universo infantil em suas criações. O mundo mágico dos circos e as histórias em quadrinhos estiveram constantemente presentes nas coleções. Também vestiu grandes nomes da música brasileira em shows e videoclipes, como Ivete Sangalo, Preta Gil, Sandy, Wanessa Camargo e bandas como Titãs e Cidade Negra. Além de tudo, sempre participa de ações sociais, chegou até a desenvolver uma coleção de camisetas para a Fundação Gol de Letra, dos ex-jogadores Raí e Leonardo.
Em 2004, Marcelo vendeu a Marca “Sommer” para o AMC Têxtil, grupo de Santa Catarina que é responsável também pela Colcci. Depois de dois anos trabalhando na direção criativa, afastou-se e lançou a grife “Do Estilista”, que é destaque nas programações de grandes eventos de moda. Atualmente também faz consultoria para a C&A e assina a Oliveira Lar, linha de itens para casa e cozinha.
Nascida em Minas Gerais, Glória Coelho desenvolveu desde pequena um grande interesse pela arte, gostava de fazer roupas para as suas amigas. Glória cursou o Studio Berçot em Paris. E em 1974 já no Brasil, lançou a primeira coleção da G, o antigo nome da sua grife. Atualmente a estilista é casada com Reinaldo Lourenço, também estilista, e mãe de Pedro Lourenço, que segue os passos dos pais.
As peças de Glória Coelho são sempre ricas em detalhes, em suas coleções é sempre possível observar peças com modelagens elaboradas e estruturais, além de possuir acabamento perfeito.
Por ser um misto de arte e design as criações da estilista sempre chamaram a atenção de mulheres modernas e sofisticadas.
Criada na década de 90 a segunda marca de Glória Coelho, Carlota Joakina, é destina ao público mais jovem, sendo que as suas coleções são compostas por peças mais urbanas.
Atualmente a diretora criativa da marca é Camila Bertole, com a supervisão de Glória.
Estilista Brasileiro que nasceu em São Paulo e cresceu dentro da pequena confecção de lingeries da mãe. Alexandre aprendeu desde cedo a trabalhar com as maquinas de costura, e apaixonou-se pelo ofício. Formou-se em moda aos 22 anos de idade, na Faculdade Santa Marcelina, e já no desfile de formatura recebeu excelente criticas do público. Em pouco mais de dez anos, já tinha solidificado seu nome no mercado nacional e internacional. Além de estilista, ele é DJ e se apresenta em casas noturnas de todo o país.
Em 2002, assumiu o departamento de criação da Cori, com a missão de rejuvenescer a clássica grife que, com uma nova cara, ingressou no São Paulo Fashion Week. Alexandre também trabalhou na Ellus e na Zoomp. Na atualidade dirige as oito coleções anuais da sua marca própria, a Alexandre Herchcovitch. Recentemente, tornou-se o estilista da Rosa Chá, marca pertencente ao grupo Marisol, considerada umas das mais fortes no segmento moda praia do país.
Sem dúvida alguma ele é eclético. Já criou sandálias plásticas para a Melissa, cadernos para a Tilibra, celulares para a Motorola, calçados masculinos para a Democrata, jóias para a Dryzin, além de outras parcerias com marcas respeitáveis. Também meteu a colher no mundo acadêmico, e assumiu em 2006 a direção da Faculdade de Moda da FMU, São Paulo. Ainda assim, teve tempo e disposição aceitar a posição de diretor de criação do SENAC. Haja fôlego!
Estilista com formação na Accademia di Moda de Florença, na Itália. Trabalhou muitos anos na área de criação e desenvolvimento de produto de várias empresas brasileiras, como Maria Bonita e Maria Bonita Extra. Seu talento foi revelado quando resolveu abrir o próprio ateliê em 2003. No ano seguinte, invadiu as passarelas do Fashion Rio com o lançamento da sua primeira coleção de inverno, e em seguida brilhou no São Paulo Fashion Week. Ambas as apresentações foram sucesso de crítica.
Isabela é reconhecida por seu estilo único. Abusa de aplicações manuais nas peças, sempre repletas de bordados, apliques, rendas, algodão, linho, seda e couro. Ao mesmo tempo mantém uma linha super feminina e romântica, com flores, pregas e nervuras. O artesanal alternativo da estilista caiu no gosto das consumidoras.
Na atualidade, trabalha no seu Ateliê Ibô. Frequentemente desenvolve produtos com parceria de outras marcas, como Levi’s e até mesmo a rede C&A. A carioca também emprestou seu nome para uma linha de perfumaria, e outra de copos de cristal. Sempre inovadora e surpreendente, a estilista destaca-se em todos os segmentos. Sua marca pode ser encontrada nas lojas Clube Chocolate, e em multimarcas espalhadas no Brasil e em mais 20 países.
Autêntico e criativo, Ronaldo Fraga possui um extenso Currículo, formou-se no curso de estilismo da UFMG e lançou a sua marca em 1996. Hoje dá aulas e faz o figurino de algumas bandas, além de também ser envolvido constantemente em projetos sociais. Desde o início de sua carreira o estilista foi apontado por muitos como uma pessoa importante na construção da identidade da moda brasileira.
Nas passarelas Ronaldo sempre surpreende. Seus temas são criativos e únicos, traduzidos em peças delicadas e cheias de atitudes. No desfile do verão 2001-2002 o estilista emocionou a platéia do SPFW com o tema “Quem matou Zuzu Angel?”. Já no Inverno de 2002, no desfile “Corpo Cru”, no lugar de modelos de carne e osso as peças foram desfiladas em cabides que ficavam passando sobre a passarela. Sua última coleção teve como tema uma homenagem à bailarina e cenógrafa alemã Pina Bausch.
“Nos novos tempos, a superficialidade virou pecado e o invisível passa a ser moeda de negociação do valor do corpo e da roupa”
Ronaldo Fraga
Estilista brasileiro, nascido em Niterói, Rio de Janeiro. Mario ingressou no mundo da moda quando trabalhava com empresas de varejo. Sua marca de roupas masculinas, a QM, foi lançada oficialmente em 1995 no Mercado Mundo Mix e Blondie bazar. Após essa apresentação, vários eventos fizeram parte do calendário do estilista, até que ele foi convidado para o Fashion Week de 2001.
Para somar às múltiplas habilidades como estilista, Mário de formou em Jornalismo e passou a lecionar na Universidade Anhembi-Morumbi, além de ser professor de cursos de especialização e dirigir palestras no país inteiro. Sua bagagem não acaba por aí, ele também apadrinhou o SCMC (Santa Catarina Moda Contemporânea), projeto que propõe a interação entre empresas e acadêmicos de moda de todo o estado.
Suas coleções caracterizam-se como streetwear. Depois de mais de 20 anos trabalhando na área, Mário Queiroz têm hoje uma loja própria em São Paulo. Suas peças também podem ser encontradas em mais de 30 multimarcas espalhadas pelo Brasil. Para conhecer mais sobre o trabalho do estilista e suas coleções, visite o site: www.marioqueiroz.com.br
Estilista que começou a trabalhar com moda ainda na adolescência, quando costurava para familiares e amigos. Durante os quatro anos que morou na Bahia, recebeu forte influencia da cultura nordestina, fato que ficaria evidente nas suas futuras coleções. Zuzu mudou-se para o Rio de Janeiro, abriu uma loja em Ipanema, e passou a ser reconhecida e requisitada.
Casada com um americano, teve a oportunidade de fazer inúmeras viagens e desfiles no exterior. Seu nome se fortaleceu com base na moda diferenciada que Zuzu costumava apresentar, sempre muito rica em estampas, rendas, chitas e elementos folclóricos. O colorido da estilista conquistou o mundo
Zuzu tem seu nome lembrado não somente pelo seu legado fashion, mas também pelos seus “desfiles políticos”, como ela mesma dizia. A moda criada por Zuzu passou a ser usada como uma forma de protesto pela morte do seu filho Stuart Angel Jones, ex-militante que foi preso e torturado até a morte por oficiais do CISA (Centro de Informações e Segurança da Aeronáutica), durante a ditadura militar. A história da Estilista, sua luta e procura pelo corpo do filho, foram contadas no filme Zuzu Angel de2006. A estilista morreu em um misterioso acidente de carro no Túnel Dois Irmãos, após denunciar que havia recebido inúmeras ameaças de morte. A tragédia nunca foi esclarecida.
Estilista italiano conhecido como Valentino, dono de umas das maiores grifes do mundo e criador das peças mais femininas da alta costura. Possui características únicas, fazendo uso de modelagens e cortes diferenciados, soube expressar através de suas peças toda a delicadeza e graciosidade das mulheres. Os vestidos vermelhos se tornaram referência ao estilista.
Vestiu mulheres como Elizabeth Taylor e Jacqueline Kennedy, além de estar presente constantemente no guarda-roupas das estrelas do cinema Sophia Loren e Julia Roberts. O tapete vermelho sempre é acompanhado de vestidos Valentino.
Nos dias atuais suas boutiques estão espalhadas por vários países da Europa, além de Japão e Estados Unidos. O estilista chegou a lançar coleções em ramos diferenciados. Assinou várias peças de decoração, como papéis de parede, tecidos e móveis, além de ter uma linha de perfumaria.
Após 45 anos como estilista, Valentino anunciou sua aposentadoria em 2009, realizando uma festa que durou três dias. A ex-estilista da Gucci, Alessandra Facchinetti, assumiu suas tesouras e se tornou responsável pela direção criativa da linha luxo “V”.
“Busco a feminilidade máxima nas minhas peças. Nenhum homem gostaria de sair com uma mulher que parece homem...” (Valentino)
Sempre envolvido com artes plásticas, Christian Dior chegou a pintar e vender algumas telas, mas foi o seu talento como desenhista de roupas que fez seu nome brilhar até os dias de hoje. No final da Segunda Guerra Mundial, a escassez de matérias-prima atingiu diretamente o mundo da moda. Quando se propunha simplicidade, apareceu Dior com algo totalmente contrário, muita feminilidade e luxo.
Com o patrocínio de um empresário textil da época, o estilista abriu a Mansão Dior de Alta Costura, inaugurando assim um novo conceito de moda, o New Look. Com o pós-guerra tornando muitas coisas inacessíveis, Dior tornou seu trabalho ainda mais contrastante, pois abusava de exageros e excentricidades. Chegou a fazer vestidos que usavam mais de 40 metros de tecido.
O estilista lançou em 1947 sua primeira coleção, as criações eram baseadas em saias amplas até a altura dos joelhos, ombros e bustos em formato natural, e cinturas bem definidas
Dior, medindo a altura da saia, que deveria estar a 40cm do chão.
Até mesmo a Barbie teve o privilégio de vestir Dior. Em 1997 em uma edição limitada de aniversário, a boneca foi lançada vestida com o “Tailleur Bar”.
Na atualidade, a Mansão Dior é dirigida pelo estilista John Galliano, que tenta manter a linha de criação exatamente como seria se ainda fosse feita por Christian.
"Nós saímos de uma época de guerra, de uniformes, de mulheres-soldados, de ombros quadrados e estruturas de boxeador. Eu desenho femmes-fleurs, de ombros doces, bustos suaves, cinturas marcadas e saias que explodem em volumes e camadas. Quero construir meus vestidos, moldá-los sobre as curvas do corpo. A própria mulher definirá o contorno e o estilo."
Christian Dior
![]() | Deisy da Cruz, 22 anos: Estilista, formada pela Universidade Regional de Blumenau. Cursa MBA Executivo em Gestão de Marketing e Criação de Moda pelo Instituto Nacional de Pós - Graduação (INPG / São Paulo). Encara o Análise em Foco como um delicioso desafio na exposição da moda através de imagens e palavras, muitas, por sinal. |